Klimt

9 de agosto de 2008

Só para dizer que fui mesmo ao Sudoeste

e que vi e ouvi a maravilhosa Bjork!E foi muito bom! E adorei!

7 de agosto de 2008

Bjork

Se eu for mesmo ao Sudoeste, nem consigo acreditar que hoje vou estar a ouvir esta senhora, esta voz, esta cientista musical chamada Bjork.

Eu tenho mesmo de estar lá!

Este fim-de-semana vai ser de...

Festival do Sudoeste...

Ainda não é bem certo. Está tudo pronto e eu pronta a sair hoje do trabalho e partir. Mas ainda falta saber se há bilhetes à borla ou não. E isso só só sei lá mais para a tarde. Mas mantendo a onda positiva, vamos acreditar que tudo se vai arranjar e que rumarei à Zambujeira do Mar.

Até Domingo!

5 de agosto de 2008

Sou mesmo tuga...

Li aqui e identifiquei-me logo com estas palavras de António Barreto:

"Não acredito muito nessa ideia de que os portugueses são, colectivamente, pessimistas. Mas olhando para a rua, é verdade que descubro um grau de insatisfação ou de queixume ou frustação superior ao dos restantes países. Tudo isso são atitudes muito inseguras."

António Barreto in Meia Hora



Ser maior

Hoje senti-me grande, enorme, gigante. A entrevista correu bem, mas mesmo muito bem. E eu estava nervosa, mas de repente, sem explicação, sem saber como nem porqúê, uma serenidade e uma tranquilidade abateram-se sobre mim. Eu diria mais, uma força, uma confiança que não são minhas. O meu olhar tornou-se forte, intenso e comunicativo. O meu discurso foi assertivo, sincero. Foi um diálogo aberto. Não me senti a ser entrevistada. Senti-me a conversar com um desconhecido sobre projectos. E de forma natural. Como se não tivesse nada a ganhar. Não me senti "atacada", nem diminuida. A conversa fluiu, o meu cérebro não bloqueou, consegui articular coerentemente, sem gaguez, sem me sentir inferior, sem perturbações no discurso. Se eu acreditasse em coisas do sobrenatural ou de carácter mais religioso, diria que alguém estava a olhar por mim (Avó, se foste tu, muito obrigada!). Consegui mostrar o que sou, o que quero, as minhas motivações, as minhas capacidades, de que forma posso contribuir para aquele projecto. As entrevistas não estão fechadas. O lugar não é meu. Mas percebi que houve interesse. Nem o ordenado foi uma barreira. Senti-me tão anormalmente confiante e segura que só por isso me sinto vencedora. O lugar pode até nem ser meu. Mas esta entrevista marca a minha vida. E só queria que vissem o meu sorriso e a forma como quando cheguei ao elevador, pulei, esticando o meu braço direito, naquele gesto tão característico de quem grita "YES!!". Ah pois é, mesmo à filme! E permitam-me um grande palavrão, mas nesse momento disse para mim mesma: "Foda-se que esta merda correu mesmo muito bem!" E segui o meu caminho, não contente, mas radiante! E com esperança, mesmo cheia de esperança! Se não conseguir, estive mesmo muito próximo!Faltou-me só mesmo um bocadinho assim! Para a semana saberei!

3 de agosto de 2008

Sobre mim

A minha mala anda sempre cheia de tralha. É grande, pesa imenso e muitas vezes até fico com a marca das alças no ombro. Mas quando olho para o que tenho na mala não vejo nada que não precise. Tudo o que tenho na mala é necessário parao meu dia a dia.
Uma coisa que nunca pode faltar na minha mala são pastilhas. Tenho de ter sempre pastilhas e à semelhança do vício do tabaco, se vejo que já só tenho um pacote e que restam poucas pastilhas, tenho de ir a correr comprar mais pastilhas. Não consigo andar sem pastilhas. Noutro dia vinha a pensar nisso e em qual seria a razão e não cheguei a nenhuma conclusão. Sou viciada em pastilhas e não percebo porquê.

Vozes

Gosto da voz da Inês Menezes, voz das manhãs da Radar. E não tenho nada mais a dizer.

Fim-de-semana

Confesso que já não sei muito bem o que é estar um fim-de-semana inteiro com a família e em casa. E mesmo com as temperaturas altas que se fizeram sentir estes dois dias e sem ir à praia, soube bem.
Deu para descansar, para ir passear a Azeitão, para ir almoçar fora com os meus pais, para organizar fotografias que aguardavam há meses na confusão de uma pasta perdida no portátil ( e ainda ficaram algumas por organizar), para estar e conversar com o pai e com a mãe, para fazer uma sardinhada de domingo com amigos dos meus pais e comer à séria, para preparar a entrevista de amanhã, para pensar na vida, para dormir e parece que quando posso dormir nunca consigo dormir tudo o que quero, para ler o Ipsilon e o Expresso, para descansar.
E soube bem. Estar no terraço e sentir a brisa e o tempo sem tempo.

2 de agosto de 2008

Um exemplo a seguir

"A ONU recomendou ontem à noite aos funcionários e corpo diplomático que deixem nos armários a roupa tradicional e optem por uma indumentária informal que se adapte melhor ao novo plano de poupança energético a implementar na sede da organização.É a iniciativa "Cool UN", apresentada ontem e que arranca na sexta-feira, para reduzir o uso do ar condicionado, reduzir as emissões e poupar dinheiro."

publico.pt

Realmente há formalidades que não se justificam...Adorei a ideia!

1 de agosto de 2008

31 de julho de 2008

Espelho

Isto parece parvo e talvez seja. Nunca tive espelho em casa, quer dizer, tenho um espelho por cima da cómoda, que dá apenas para ver a minha cara e pescoço. Nunca tive um espelho de corpo inteiro. Não gosto muito de imagem. Mas comprei um para a minha casa. Super saldo no IKEA e com apenas 5 euros comprei um espelho para quando mudar de casa olhar para mim vezes sem conta e tentar encontrar naquela imagem tudo aquilo que dizem sobre ela. Lá está, pode parecer parvo, mas quando se fala de MJ não é parvo, é até um passo digno de referência.
Como todas as entrevistas, esta não foi perfeita. Não sou rápida de raciocínio, os nervos perturbam a agilidade mental e a segurança. Não sou boa a vender-me. Nunca serei. Há que apostar em mim pelo possível potencial. Isso não está à vista. Não é fácil descobrir em mim potencial. Correu normalmente. Não será desta, mas poderá abrir outras portas, futuras oportunidades. Importante foi ter surgido algo. Quando nada acontece, um simples vislumbrar de oportunidade anima a e fortalece a esperança. Surgirão novas oprtunidades. Eu sei que sim. O meu caminho não é este. Será outro. E eu vou percorrer esse caminho. Eu chego lá!

30 de julho de 2008

Amanhã é um dia importante!

Não quero falar muito nisto. Amanhã é um dia muito importante. Focada e acreditando em mim. Vou conseguir!

Sobre o FMM

O FMM foi um misto de sentimentos e momentos. Teve momentos de alegria e diversão, teve momentos de dor e angústia e teve momentos de ausência. Estive ausente do FMM. Estive focada numa única coisa. Queria que acontecesse? Queria. Consegui reagir a essa presença? Não! Sou naturalmente assim. Fecho-me nos meus medos e fragilidades. Sinto-me inferior. Não sou. Não posso ser/reagir assim.

O FMM foi música, mas com um cartaz fraco, bem diferente do ano passado. Foi uma viagem divertida com ultrapassagens loucas a três e algum receio da minha condução, foi tenda com casulos, foi manhã de chuva na tenda, foi dormir ao relento, foi ver-te e encontrar-te noutro registo, foi sentir-me mal, foi divertir-me, beber e estar para além de Bagdad, foi stress e agitação, foi magoar amigos, foi estar fora de mim, foi desejar-te, foi farnelar na tenda e na praia, foi prisão de ventre geral e muita conversa de merda, foi golfinhos e hienas à venda, foi riso e diversão, foi loucura, foi confraternização com um vizinho de tenda que me chamava Mary Jane e que nos oferecia simpaticamente cerveja e whisky cola num convívio saudável e simpático, foi os meus pés pretos de tanta sujidade. Foi bom. Não foi perfeito para mim. Sei que quero loucura, copos, diversão, humor, mas com mais tempero. É isso que quero. Não quero limitar-me apenas a um registo. Quero diversidade. Estive mal em muitos momentos. Sobretudo com os amigos. Sobretudo porque não me aceito. Mas estamos juntos e estaremos. Com toda a nossa diversidade.
Gostei de estar lá porque encerro um capítulo. Porque preciso de gostar de mim. Porque realmente quero muito mais que aquilo. Quero aquilo em grande.
Houve noites frias, dias de praia quente, muitos mergulhos, música, refeições em família e a horários certos, misturas loucas de comida, sandes de frango com queijo derretido pelo calor e regadas a azeite, bolachas barradas com nutela quente pelo sol da praia e comidas com tanta gulodice, galheteiros de cachos de uvas, bebedeiras (uma bem grande e bem divertida para todos, menos para mim que fui para um sítio longínquo) e vómitos, madrugadas, dormir pouco, mãos dadas com ídolos de rádio, escaldões, pequeno-almoço no chão da tenda, borlas nos bilhetes, "rolinhas", houve muita coisa e parece que passámos lá mais dias do que os que efectivamente passámos.

Para mim não foi fácil, mas olhando para trás, o balanço é positivo. Estive mesmo para além de Bagdad. Obrigado por estarem comigo. E desculpem tudo aquilo em que estive mal.

23 de julho de 2008

Estou de férias. Este blog vai estar em repouso até domingo.

Os próximos 4 dias são de...

Festival de Música do Mundo em Sines!

Boa companhia, descanso e loucura!

Sines, aí vamos nós!



"Quanto mais claro/ Vejo em mim, mais escuro é o que vejo./ Quanto mais compreendo/ Menos me sinto compreendido./ Ó horror paradoxal deste pensar... " Fernando Pessoa